O consumo de carne de porco superará o consumo de carne de boi

A carne suína deverá superar a produção de carne bovina em mais de 13 bilhões de quilos até o ano de 2028. A afirmação é do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos publicada no novo Relatório de Projeções de Longo Prazo.

Apesar da carne de porco ter passado um período como vilã da alimentação saudável, os mitos foram derrubados pela ciência.

Como maior exemplo da qualidade encontramos a raça Duroc, utilizada pela VPJ Alimentos, que está sendo cada vez mais utilizada em cruzamentos para melhoramento genético. O objetivo é produzir uma carne superior, com qualidades imprescindíveis para conquistar o paladar e ainda ser boa para saúde.

A carne do Duroc possui altos índices de vitaminas e minerais essenciais, além de teores de gordura mono e poli-insaturadas superiores em comparação a outras carnes. Essas são responsáveis por conferir funções anti-inflamatórias e antioxidantes aos alimentos. Mantém o sistema imune ativo pois é rica em vitamina A e C, ferro, zinco e magnésio.

A VPJ Alimentos iniciou o projeto da carne suína em 2014 seguindo o conceito “da fazenda ao prato” com um grupo fechado de criadores integrados que criam e terminam seus animais dentro dos padrões determinados pela empresa.

“Precisam ir para o frigorífico aos seis meses, com peso abatido de até 110 quilos de carcaça, com pouca gordura subcutânea e com marmoreio”, explica Valdomiro Poliselli Junior, presidente da VPJ Alimentos.

A intenção é desmistificar a ideia de que a gordura da carne suína faz mal. Por isso a empresa trabalha muito para provar que a carne suína pode e deve fazer parte de uma alimentação saudável e equilibrada.

Com cortes que carregam a essência do genuíno porco de banha, a linha Duroc Red Pork é a primeira a oferecer carne suína marmorizada.